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27/01/2015

Skank "Biografia"

O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais, que deu orgulho ao Brasil de ter alçado ao mundo nomes como Milton Nascimento, Sepultura e tantos outros. Samuel Rosa (guitarra e voz), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) reuniram-se em torno do mesmo interesse: transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. O primeiro álbum , “Skank”, foi lançado de forma independente, em 1993, mas rapidamente o sucesso da banda na cena underground despertou o interesse da poderosa Sony Music. Junto ao Skank, a multinacional inaugurou no Brasil o selo Chaos.

Lançado em 1994, o segundo disco do Skank foi o trampolim para o estrelato: foram vendidas mais de 1 milhão de cópias de “Calango” e músicas como “Jackie Tequila” e “Te Ver” tornaram-se verdadeiros hits, cantados por todo o país. O álbum abriu as portas para uma nova geração de bandas brasileiras atenta às novidades do rock mundial e, ao mesmo tempo, curiosa com as raízes da tradição local.

O disco seguinte foi ainda mais longe (tanto em sua missão de fusão, quanto em seu sucesso comercial): “O Samba Poconé” levou o grupo a se apresentar na França, Estados Unidos, Chile, Argentina, Suíça, Portugal, Espanha, Itália e Alemanha, em shows próprios ou em festivais ao lado de bandas como Echo & The Bunnymen, Black Sabbath e Rage Against The Machine. O single “Garota Nacional” foi um sucesso monstruoso no Brasil e liderou a parada espanhola (em sua versão original, em português) por inacreditáveis três meses. Essa canção foi o único exemplar da música brasileira a integrar a caixa “Soundtrack for a Century”, lançada para comemorar os 100 anos da Sony Music. Os discos da banda ganharam edições norte-americanas, italianas, japonesas, francesas e em diversos países ao redor do mundo.

Enquanto “O Samba Poconé” chegava a quase 2 milhões de cópias vendidas no Brasil, o Skank foi convidado a representar seu país em “Allez! Ola! Olé!”, disco oficial da Copa do Mundo de Futebol de 1998. Inquietos artisticamente, o quarteto não se acomodou com o êxito. Sua música passou a equalizar as origens eletrônicas com novas influências psicodélicas e acústicas, reveladas nos álbuns “Siderado” (mais introspectivo e maduro) e “Maquinarama” (mais colorido e lisérgico).

O sucesso não arrefeceu: vieram mais hits radiofônicos, como “Resposta”, “Saideira” e “Balada do Amor Inabalável” – esta com ecos de Sergio Mendes em clima cyberpunk. É a mesma versatilidade que permite ao grupo gravar ao lado de Andreas Kisser (Sepultura), Manu Chao, Uakti ou Jorge Ben Jor e arrancar elogios de Stewart Copeland por sua versão de “Wrapped Around Your Finger”, incluída no tributo latino ao Police, “Outlandos D’America”. Essa polivalência de quem não revela amarras senão com o pop perfeito e com a energia para levantar a multidão levou a banda a registrar seus sucessos no CD e DVD “Ao Vivo Ouro Preto” (2001), que vendeu mais de meio milhão de cópias e rendeu a primeira posição nas paradas de sucesso para “Acima do Sol”.
O início de 2003 foi investido na meticulosa preparação de “Cosmotron”, álbum que chegou às lojas em agosto daquele ano, merecendo rasgados elogios da imprensa: “sinais de evolução em Belo Horizonte”; “concentração sem sisudez nem passadismo”; “canções pop processadas em cuidadosos laboratórios”; “ratificando o Skank como o mais criativo grupo pop dos anos 90″. Enquanto o primeiro single, a balada psicodélica “Dois Rios”, ganhava as rádios do Brasil (e o prêmio de melhor videoclipe pop no Video Music Brasil 2003), o grupo se lançava em mais um giro internacional, com passagens por Portugal, Inglaterra e Bélgica, além de uma histórica apresentação no palco principal do festival de Roskilde, na Dinamarca, ao lado de grupos como Blur e Cardigans. A turnê do álbum (com cenário de Gringo Cardia a partir de telas de Beatriz Milhazes e confiantes oito novas canções no repertório) estreou em agosto de 2004 em três noites de lotação esgotada no Canecão, Rio de Janeiro. Com o novo hit, “Vou Deixar” (melhor videoclipe pop no Vídeo Music Brasil 2004), o Skank vive uma até então inédita experiência: através dos novos formatos de comercialização, é o ringtone com o maior número de downloads no país. O álbum atinge a marca de 210 mil cópias vendidas.

Em novembro 2004, chegou o momento de sua primeira coletânea de sucessos, “Radiola”, com repertório focado nos discos “Maquinarama” e “Cosmotron”, lançada em novembro do mesmo ano. Além de oito hits remasterizados em Nova York, o álbum trouxe quatro novidades para o público: as inéditas “Um Mais Um” e “Onde Estão?” e ainda duas versões também inéditas, “Vamos Fugir”, de Gilberto Gil e Liminha (gravada para a campanha de verão das sandálias Rider) e “I Want You”, de Bob Dylan (gravada no final de 1999 para um tributo ao cantor norte-americano que nunca chegou a ser lançado). Revestindo a capa de “Radiola”, está o trabalho dos irmãos Rob e Christian Clayton, artistas plásticos americanos, colaboradores das revistas Rolling Stone e Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e diretores de arte do clipe “All Around The World”, do Oasis. As imagens do material gráfico da primeira compilação do Skank, “Happy All The Day” e “Long Journey”, fazem parte de “Six Foot Eleven”, exposição dos Clayton Brothers em parceria coma galeria La Luz de Jesus (Los Angeles). “Radiola” vendeu mais de 210 mil cópias.

Intitulado “Carrossel”, o nono álbum do Skank foi gravado no estúdio Máquina, da banda, em Belo Horizonte. Na ocasião, os fãs puderam assistir, ao vivo, a uma parte do processo de criação e produção do álbum. A banda instalou uma câmera exclusiva, que transmitia imagens em tempo real. O disco chegou às lojas pelas mãos da SonyBMG, em agosto de 2006. Produzido por Chico Neves e Carlos Eduardo Miranda e mixado em Nova York, no estúdio Sterling Sound, o disco trouxe 15 faixas inéditas, de Samuel Rosa com Nando Reis, Chico Amaral, César Maurício, Rodrigo F. Leão, Humberto Effe e Arnaldo Antunes, este último inaugurando a parceria com o vocalista do Skank.




O primeiro single, “Uma Canção É Para Isso” (Samuel Rosa / Chico Amaral), foi disponibilizado para audição no site banda quinze dias antes do lançamento oficial do álbum. A capa do CD saiu com projeto gráfico de Marcus Barão, que usou pinturas surrealistas de Glenn Barr, artista plástico de Detroit. Barão foi responsável pela arte de outros discos do Skank, como “Skank Ao Vivo MTV”, “Maquinarama”, “Siderado” e “Skank” (disco de estreia da banda).


Na época do lançamento de “Carrossel”, o Skank também disponibilizou todo o conteúdo do álbum em um aparelho de telefone celular. Com esta ação pioneira, o Skank tornou-se a primeira banda brasileira a embarcar nessa onda. O modelo W300 da Sony Ericsson, que vinha com todas as músicas do álbum de 2006, vendeu mais de 75 mil unidades e rendeu para a banda o primeiro Celular de Ouro do Brasil, certificação reconhecida pela ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos).

Dois anos depois do lançamento de “Carrossel”, em outubro de 2008, o Skank reaparece com “Estandarte”, uma obra-prima que, além de ter boas músicas, veio à luz acompanhada de forte campanha viral. Enquanto o primeiro single do disco, “Ainda Gosto Dela” – com participação de Negra Li – ganhava as rádios do Brasil, a banda promovia mais uma ação pioneira, o “Vote no Bis”, deixando o público de seus shows escolher as canções que queria ouvir no Bis, através do envio de SMS. Em março de 2009, o Skank anunciou o segundo single do álbum, “Sutilmente”, canção eleita pelos fãs através de votação que a banda promoveu em seu site oficial.


Foi por acumular em seu currículo ações como essas que o Skank ganhou, em agosto de 2009, o troféu “Iniciativa de Mercado” na 16ª edição do Prêmio Multishow. Na mesma noite, a banda também levou o prêmio de Melhor Clipe por “Ainda Gosto Dela”. No Vídeo Music Brasil (VMB) 2009, o Skank ganhou o prêmio de Melhor Clipe, com a música “Sutilmente” (Samuel Rosa/Nando Reis). Ainda no mesmo ano, o álbum “Estandarte” foi indicado ao Grammy Latino 2009, na categoria “Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro”.

No dia 19 de junho de 2010, o Skank gravou, no Estádio do Mineirão, na Pampulha, em Belo Horizonte, o CD, DVD e Blu Ray, “Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão”, projeto da banda em parceria com a Sony Music e o canal Multishow. O show, que teve seus ingressos esgotados dias antes, recebeu mais de 50 mil pessoas, que lotaram o Mineirão no último evento realizado no estádio, antes de seu fechamento para a Copa do Mundo de 2014. Para a surpresa dos fãs, o show também contou com a participação especial da cantora Negra Li, fazendo um dueto com Samuel Rosa na música “Ainda gosto dela”. O projeto tem previsão de lançamento em outubro de 2010.

Com mais de 5,5 milhões de discos vendidos, o Skank vive atualmente o privilégio de ter e o desafio de manter a fidelidade de seu público, que lhe apoia mesmo em seus voos mais arriscados.




Fonte: Site Skank  www.skank.com.br

 




05/01/2015

Queen, "Biografia"

O Queen começou em 1968, quando Brian May e Tim Staffel resolveram montar a banda Smile. Através de um anúncio no mural da faculdade, conheceram o baterista Roger Taylor. O grupo chegou a gravar uma demo que não foi muito bem sucedida, mas chamou a atenção de Faroukh Bulsara, que mais tarde adotaria o nome Freddie Mercury. Em 1970, já com o nome Queen e Freddie no lugar de Tim, encontraram o baixita John Deacon, que também passou a fazer parte do grupo. O primeiro álbum da banda,
"Queen", saiu em 1973, seguido de "Queen II" e de "Sheer Heart Attack". Porém foi o quarto disco, "A Night At The Opera",
que lançou a banda ao estrelato. Hits como "I'm Love with My Car", "Love of My Life", "The Prophet's Song" e principalmente "Bohemian Rhapsody", levaram o Queen ao primeiro lugar das paradas. A mistura de rock n'roll com corais e os shows espetaculares não demoraram para impressionar os críticos e conquistar milhões de fãs. Em 1976, "A Day at the Races" trouxe músicas mais pesadas, como "Tie Your Mother Down" e "White Man". No ano seguinte "News of The World"
emplacou os sucessos "We Will Rock You" e "We Are the Champions". Na década de 80 a banda começou a inserir algumas mudanças na sua música. "The Game", de 1980, mostrava o interesse do Queen pela
música eletrônica. Apesar disso, o álbum fez sucesso com "Another One Bites in The Dust" e "Crazy Little Thing Called Love". O lançamento de "Hot Space", em 1982, não empolgou muito os fãs, que não gostaram da pegada pop do disco. Em 1986 veio "A Kind of Magic", com a trilha sonora do filme "Highlander". As canções "Who Wants To Live Forever", "Friends Will be Friends" e "A Kind of Magic" levaram o
Queen de volta ao topo das paradas. No início dos anos 90 surgem rumores de que Freddie Mercury estaria com AIDS. O cantor negou e ainda fez parte da gravação do álbum "Innuendo", lançado em 1991. Em novembro de 1991, Freddie Mercury faleceu poucas horas antes de admitir que tinha AIDS. No ano seguinte, artistas como David Bowie, Def Leppard, Elton John, Extreme, Guns N' Roses, George Michael, Liza Minnelli e Metallica se juntaram aos outros integrantes do Queen no concerto "The Freddie Mercury Tribute Concert", realizado no estádio Wembley de Londres. O último álbum com músicas inéditas do Queen, "Made in Heaven", foi lançado em 1995. Apesar de nunca ter oficialmente acabado, a banda se reúne apenas para shows especiais. Nessas apresentações, o vocal ficou por conta de Paul Rodgers (ex-Free e Bad Company). A turnê mais recente do grupo foi em 2005. A banda veio duas vezes ao Brasil. Na primeira tocou no estádio do
Morumbi e na segunda levou
250 mil pessoas ao primeiro Rock In Rio. DISCOGRAFIA Álbuns 1973 - Queen 1974 - Queen II 1974 - Sheer Heart Attack 1975 - A Night at the Opera 1976 - A Day at the Races 1978 - Jazz EMI, Parlophone 1979 - Live Killers 1980 - The Game 1980 - Flash Gordon 1982 - Hot Space EMI 1984 - The Works
1986 - A Kind of Magic 1989 - The Miracle 1991- Innuendo 1992 - Live At Wembley '86 1994 - Made In Heaven 2004 - Live At The Bowl '82 2005 - A Night At The Opera 30Th Aniversary Compilações 1981 - Greatest Hits 1985 - The Complete Works 1989 - Queen at the Beeb 1991 - Greatest Hits II 1992 - Classic Queen 1992 - Greatest Hits Hollywood 1994 - Greatest Hits 1995 - At the BBC 1995 - Greatest Hits, Vols. 1-2 1997 - Queen Rocks 1998 - The Crown Jewels 1999 - Greatest Hits III 2001 - Platinum Collection, Vols. 1-3 2004 - Greatest Hits: We Will Rock You Edition 2005 - Return Of The Champions